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Repórter Alice Ribeiro tem morte encefálica após acidente na BR-381

O diagnóstico de Alive Ribeiro, concluído na noite desta quinta-feira (16), indica a perda irreversível das funções cerebrais

Por Admin

17 de abril de 2026 às 11:35


Repórter Alice Ribeiro tem morte encefálica após acidente na BR-381

A repórter Alice Ribeiro, da Band Minas, teve a morte encefálica confirmada na noite desta quinta-feira (16). A jornalista estava internada no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, desde a tarde de quarta-feira (15), quando sofreu um grave acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana.

De acordo com informações confirmadas pela emissora, o quadro foi constatado após a conclusão de um protocolo médico que reúne exames e avaliações para atestar a perda irreversível das funções cerebrais. A família informou que optou pela doação de órgãos.

Hospital João XXIII conclui protocolo e confirma diagnóstico

O Hospital João XXIII abriu o protocolo para investigação de morte encefálica na manhã desta quinta-feira (16). Ao longo do dia, a paciente passou por uma série de procedimentos e testes clínicos, conforme exigido para esse tipo de confirmação.

A conclusão foi informada no período da noite, com a confirmação do diagnóstico. A condição de morte encefálica é caracterizada pela interrupção definitiva das atividades cerebrais, sem possibilidade de reversão.

Acidente na BR-381 ocorreu durante retorno de reportagem

A colisão aconteceu na quarta-feira (15), na BR-381, trecho de Sabará. Alice Ribeiro voltava para Belo Horizonte após concluir uma pauta que abordava a necessidade de duplicação da rodovia e a relação da obra com a redução de acidentes.

Segundo as informações divulgadas, o carro em que a equipe estava colidiu de frente com um caminhão. O impacto foi considerado grave.

Cinegrafista Rodrigo Lapa morreu no local

O cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, acompanhava a repórter e dirigia o veículo da emissora no momento do acidente. Ele morreu ainda no local da batida.

Conforme a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) na própria noite de quarta-feira (15) e liberado para os familiares durante a madrugada de quinta (16).

O velório do cinegrafista ocorreu na manhã desta quinta-feira (16) no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.

Família confirma doação de órgãos

Após a confirmação da morte encefálica, familiares de Alice Ribeiro informaram que decidiram pela doação de órgãos. O procedimento, nesses casos, depende do cumprimento dos protocolos médicos e de viabilidade clínica para captação e transplante, seguindo as regras do sistema de saúde.

Band Minas lamenta morte e diz prestar assistência

Em nota, a Band Minas afirmou que está em luto e que presta apoio à família da repórter. A emissora também destacou que Alice era uma profissional estimada por colegas de redação e equipes externas.

A jornalista deixa pais, irmão, marido e um filho de nove meses, segundo a emissora.

Carreira de Alice Ribeiro na Band e passagens anteriores

Alice Ribeiro tinha 35 anos e trabalhava na TV Band Minas desde agosto de 2024. Antes da atuação em Minas Gerais, ela passou pela Band em Brasília e por uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana (BA).

A morte da repórter e do cinegrafista reacende a discussão sobre a segurança no trânsito e os riscos enfrentados por profissionais de imprensa durante deslocamentos para cobertura jornalística, especialmente em rodovias com histórico de ocorrências.

Fonte: UrbNews



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