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São Paulo terá 34,1 milhões de eleitores aptos nas eleições de 2026

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgados nesta semana revelam que o estado de São Paulo tem 34.104.226 eleitoras e eleitores aptos a votar nas eleições 2026, o que corresponde a maior parte do eleitorado do país - 159.745.463 eleitores.

Por REDAÇÃO

21 de julho de 2026 às 16:39 ▪ Atualizado há 1 hora


São Paulo terá 34,1 milhões de eleitores aptos nas eleições de 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta semana a fotografia mais recente do eleitorado para as eleições de 2026 e confirmou a liderança de São Paulo no cenário nacional. O estado soma 34.104.226 pessoas aptas a votar, parcela que representa 21,48% do total de eleitores do país.

No Brasil, o TSE contabiliza 158.745.463 eleitores registrados para o próximo pleito. Em comparação com 2022, houve crescimento de 2.291.452 cadastros, alta de 1,46%.

Capital concentra maior número de votantes

Dentro de São Paulo, a capital reúne o maior contingente de eleitores. A cidade tem 9.135.407 votantes, o equivalente a 26,7% do eleitorado paulista.

Na sequência aparecem Guarulhos, com 948.410 eleitores, e Campinas, com 870.672 pessoas aptas a votar.

Mulheres são maioria no eleitorado de SP

Os dados do TSE mostram que as mulheres seguem como maioria entre os votantes do estado. São cerca de 18,1 milhões de eleitoras, número que corresponde a 53% do total.

Os homens representam 47% do eleitorado paulista, com aproximadamente 15,9 milhões de eleitores.

Faixas etárias: maior concentração entre 40 e 49 anos

O recorte por idade indica que a maior fatia do eleitorado está na faixa de 40 a 44 anos, com 3,48 milhões de pessoas aptas a votar.

Em seguida, aparecem os eleitores de 45 a 49 anos (3,38 milhões). O terceiro maior grupo é o de 35 a 39 anos, com 3,23 milhões de votantes.

O levantamento também registra 8,5 milhões de eleitores com mais de 60 anos. Dentro desse universo, 45,72% têm 70 anos ou mais, faixa em que o voto é facultativo.

Já os eleitores com menos de 18 anos somam 180.229. Entre os adolescentes, podem votar apenas aqueles que completarem 16 anos até a data do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

Voto obrigatório e facultativo: como fica em São Paulo

Do total de eleitores paulistas, 87,08% estão enquadrados nas regras de voto obrigatório. Isso equivale a 29.698.450 pessoas.

Outros 12,92% têm voto facultativo — grupo que inclui, entre outros, jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos. Em números absolutos, são 4.405.776 eleitores.

Escolaridade: ensino médio completo lidera

O perfil de escolaridade do eleitorado paulista é puxado por quem concluiu o ensino médio. Esse segmento representa 33,45% do total.

Na sequência, aparecem os eleitores com ensino fundamental incompleto (17,53%) e aqueles com ensino médio incompleto (16,67%).

O número de eleitores com ensino superior completo chega a 5.133.353, o que corresponde a 15,05% do eleitorado do estado.

O TSE também informa que 2,85% dos votantes declararam apenas saber ler e escrever. Já os analfabetos representam 1,68% do eleitorado paulista, totalizando 574.211 pessoas.

Eleitorado indígena e quilombola cresce no estado

Os dados divulgados mostram aumento expressivo nos registros de eleitores de povos originários em São Paulo. O eleitorado indígena passou de 3.706, em 2024, para 7.492, em 2026. A variação representa um crescimento de 102,1%.

Entre os eleitores quilombolas, o avanço também foi relevante: os registros subiram de 2.180 para 3.941, alta de 80,7% no período.

Nome social: SP reúne 32% dos registros do país

Em São Paulo, 12.331 pessoas estão habilitadas a votar com o nome social no cadastro eleitoral. O número corresponde a 32% de todos os registros do Brasil, que somam 38.472.

A medida segue normas que asseguram a identificação, na documentação de votação, de pessoas transexuais, travestis e transgêneras pelo nome com o qual se reconhecem.

Com o maior eleitorado do país, São Paulo tende a ter peso decisivo nas disputas nacionais de 2026. Os dados do TSE ajudam a dimensionar o perfil de quem vai às urnas, indicando tendências por gênero, idade, escolaridade e grupos específicos do cadastro eleitoral.

Fonte: Agência Brasil



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