Saúde do ex-presidente
Por Admin
13 de março de 2026 às 12:45
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi encaminhado a um hospital em Brasília na manhã desta sexta-feira (13) após apresentar um mal-estar enquanto está detido. A informação inicial foi divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que relatou que o pai teria acordado com calafrios e episódios de vômito.
Até a última atualização, não havia boletim oficial do hospital nem comunicado da unidade onde Bolsonaro cumpre pena sobre o estado clínico do ex-chefe do Executivo.
De acordo com as informações disponíveis, o Corpo de Bombeiros foi chamado por volta das 7h40 para prestar socorro. O atendimento ocorreu em Brasília, onde Bolsonaro está preso.
Por volta das 9h, ele foi transportado para o hospital DF Star em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Não foram detalhados, até o momento, exames realizados, procedimentos médicos nem a necessidade de internação.
Em publicação nas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro afirmou ter recebido a notícia de que o pai estaria a caminho do hospital “mais uma vez”. Segundo ele, as informações preliminares indicavam que Jair Bolsonaro teria apresentado calafrios e “vomitado bastante”.
O parlamentar também pediu orações e disse esperar que o quadro não seja grave. A postagem repercutiu rapidamente e elevou a atenção sobre a saúde do ex-presidente, que já enfrentou outras intercorrências médicas desde que foi condenado.
Atualmente, Jair Bolsonaro está detido em Brasília na sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, ambiente conhecido como “Papudinha”. Ele cumpre sentença de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, conforme informado no texto original.
O local é citado por aliados como referência quando tratam das condições de detenção do ex-presidente. Nesta sexta, porém, a atenção se voltou para o atendimento médico e para a falta de informações oficiais sobre sua evolução clínica.
Esta não é a primeira vez que Bolsonaro é encaminhado para atendimento de saúde desde que passou a cumprir a pena. Em janeiro, segundo o relato presente no texto original, ele precisou ser internado após bater a cabeça em um móvel dentro da cela.
Na ocasião, o episódio resultou em nova ida ao hospital, ampliando o debate entre apoiadores e críticos sobre a rotina de custódia e o acompanhamento médico de presos em unidades militares.
A defesa do ex-presidente já protocolou pedidos de prisão domiciliar, mas as solicitações foram rejeitadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, conforme o texto original. O tema tem sido recorrente desde o início do cumprimento da pena.
O histórico judicial mencionado inclui ainda uma tentativa de romper a tornozeleira eletrônica no ano passado, fato citado como parte do contexto dos pedidos de mudança de regime. As negativas mantiveram Bolsonaro no local de detenção em Brasília.
Apesar da movimentação de equipes de emergência e do transporte ao DF Star, não havia, até o momento, nota oficial do hospital ou da “Papudinha” detalhando sintomas, diagnóstico provisório, medicações ou previsão de alta.
Sem um comunicado formal, as informações disponíveis permanecem restritas aos relatos de aliados e aos registros do acionamento dos serviços de emergência. A expectativa é que um boletim médico esclareça se Bolsonaro ficará em observação, se precisará de internação e quais medidas serão adotadas.
A reportagem seguirá acompanhando eventuais atualizações sobre o quadro de saúde do ex-presidente e novas manifestações das autoridades responsáveis pela custódia.
Fonte: UrbNews
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