Olho no Brasil

Entretenimento

Vida pessoal

Adriane Galisteu diz que só bebeu álcool pela 1ª vez aos 37 anos

A apresentadora compartilhou que, apesar da postura inicialmente firme, hoje em dia sabe apreciar uma boa taça de vinho ou champanhe

Por Admin

16 de abril de 2026 às 13:42


Adriane Galisteu diz que só bebeu álcool pela 1ª vez aos 37 anos

A apresentadora Adriane Galisteu, de 52 anos, contou que teve o primeiro contato com bebida alcoólica apenas aos 37. Segundo ela, a decisão de adiar a experiência por décadas esteve ligada à convivência com o alcoolismo dentro de casa.

A revelação foi feita durante uma entrevista concedida a Maya Massafera, na última quarta-feira (14). No bate-papo, Adriane falou sobre limites, escolhas pessoais e como passou a encarar o consumo de álcool na vida adulta.

Primeira experiência com álcool aconteceu após o casamento

De acordo com a apresentadora, ela só passou a experimentar bebidas alcoólicas quando já estava casada com Alexandre Iodice. Até então, dizia manter distância do álcool, mesmo em encontros sociais e reuniões com amigos.

Durante a entrevista, Maya questionou se Adriane já tinha vivido a experiência de ficar bêbada. Ela respondeu que nunca chegou a esse ponto e reforçou que sempre estabeleceu um freio para não ultrapassar limites.

História do pai alcoólatra influenciou a decisão

Ao explicar por que demorou tanto para beber, Adriane relacionou a escolha ao histórico familiar. Ela afirmou que o pai enfrentava alcoolismo e que isso a fez crescer com uma preocupação maior sobre os riscos do consumo.

Segundo a apresentadora, quem convive com a dependência de alguém próximo tende a desenvolver mais cautela. Para ela, a experiência em casa foi determinante para manter o distanciamento do álcool por muitos anos.

Amigos estranhavam a ausência de bebidas em encontros

Adriane também relatou que a decisão gerava comentários e até reclamações entre amigos. Ela contou que, em encontros em casa, era comum as pessoas esperarem bebidas alcoólicas, o que não acontecia.

Nessas ocasiões, a apresentadora dizia oferecer alternativas como refrigerante, suco e água. Ainda assim, segundo ela, havia quem demonstrasse incômodo por não ter álcool disponível, o que reforçava o contraste entre a escolha dela e o costume social.

Consumo atual é moderado e sem excessos

Com o passar do tempo, Adriane afirmou que passou a enxergar o álcool de outra forma. Hoje, ela diz manter um consumo moderado e associado a momentos específicos, como ocasiões a dois ou comemorações.

Entre os exemplos citados por ela estão uma taça de champanhe ou de vinho. A apresentadora afirmou que entendeu o lado prazeroso desse tipo de consumo, mas que não abre mão de manter o controle.

Ela também relatou que já bebeu a ponto de se sentir tonta, porém destacou que nunca perdeu a noção do ambiente ou deixou de saber onde estava. Na avaliação dela, essa é uma linha que não pretende cruzar.

Morte do pai aos 15 anos reforçou a postura

Outro ponto mencionado na entrevista foi a morte do pai, quando Adriane tinha 15 anos. Ela afirmou que a perda, somada ao que viveu na adolescência, contribuiu para consolidar uma postura rígida em relação ao álcool.

A apresentadora observou que essa reação pode ser comum entre pessoas que crescem ao lado de alguém que enfrenta algum tipo de vício: para alguns, a vivência funciona como alerta e fortalece escolhas mais restritivas.

Relato abre discussão sobre limites e pressão social

Ao compartilhar a história, Adriane Galisteu trouxe para o debate temas como pressão social para beber e a normalização do álcool em encontros entre amigos. O relato também evidencia como experiências familiares podem influenciar hábitos na vida adulta.

Na entrevista, ela descreveu a própria trajetória como um processo de entendimento: primeiro, a recusa total; depois, o contato tardio; e, atualmente, uma relação mais equilibrada, sem episódios de embriaguez intensa.

O assunto ganhou atenção ao mostrar uma realidade menos comum no meio artístico, em que eventos e celebrações frequentemente envolvem consumo de bebida alcoólica. Para Adriane, a chave sempre foi manter limites claros e respeitar o próprio histórico.

Fonte: UrbNews



Olho no Brasil