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Bolsonaro segue na UTI com pneumonia; rim melhora e antibiótico é ampliado

Bolsonaro permanece na UTI do hospital DF Star para tratar um quadro de pneumonia bacteriana bilateral

Por Admin

15 de março de 2026 às 17:00


Bolsonaro segue na UTI com pneumonia; rim melhora e antibiótico é ampliado

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma pneumonia bacteriana nos dois pulmões. De acordo com boletim médico divulgado neste domingo (15), o quadro segue clinicamente estável e houve melhora da função renal.

Apesar da evolução considerada positiva nesse ponto, a equipe médica informou que exames de sangue apontaram nova alta de marcadores inflamatórios. Diante do resultado, os profissionais decidiram reforçar o esquema de antibióticos. Até o momento, não há previsão de alta hospitalar.

Boletim aponta estabilidade e melhora renal

Segundo o comunicado do DF Star, Bolsonaro segue sob acompanhamento intensivo na UTI enquanto trata uma pneumonia bacteriana bilateral. O hospital descreveu que o paciente evoluiu sem instabilidade clínica e apresentou melhora na função dos rins.

Ao mesmo tempo, os médicos relataram elevação recente de marcadores inflamatórios, indicador utilizado para monitorar resposta do organismo a processos infecciosos e inflamatórios. Em função disso, o time assistencial decidiu ampliar a cobertura antibiótica.

O boletim também informa que o ex-presidente continua recebendo suporte clínico intensivo, além de intensificação de fisioterapia respiratória e motora, medidas comuns em internações por pneumonia para auxiliar na recuperação da função pulmonar e na manutenção da mobilidade.

Internação começou após mal-estar em unidade prisional

Bolsonaro foi transferido ao DF Star na sexta-feira (13), após apresentar piora do estado de saúde enquanto estava na Papudinha, onde se encontra detido desde janeiro. Um documento de acompanhamento elaborado na quinta-feira (12), véspera da ida ao hospital, registrava que ele se encontrava em condição regular.

Na madrugada de sexta, por volta das 6h45, agentes acionaram equipes médicas após o ex-presidente relatar sintomas como náuseas e tremores. Ele também apresentava febre e calafrios, o que levou os profissionais a avaliarem necessidade de remoção imediata para atendimento hospitalar.

Conforme relato atribuído ao senador Flávio Bolsonaro, os policiais seguiram o protocolo esperado diante de um quadro considerado emergencial.

Exames e suporte de oxigênio ao chegar ao hospital

Ao dar entrada no DF Star, Bolsonaro utilizava oxigênio por cânula nasal, conforme informado no histórico do atendimento. Na sequência, foi submetido a tomografia e a exames laboratoriais para investigação do quadro respiratório e avaliação das condições clínicas.

O hospital confirmou o diagnóstico de pneumonia bacteriana bilateral associada a broncoaspiração, situação em que secreções, alimentos ou líquidos podem ser aspirados para as vias aéreas, favorecendo infecção.

Antibióticos reforçados e fisioterapia intensificada

A atualização mais recente indica que, embora a função renal tenha melhorado, a elevação dos marcadores inflamatórios motivou a reavaliação do tratamento medicamentoso. A ampliação da cobertura antibiótica, citada no boletim, é uma estratégia adotada quando há necessidade de aumentar o espectro de ação contra bactérias ou ajustar a resposta clínica.

Além do uso de antibióticos, a equipe destacou o reforço das sessões de fisioterapia respiratória, que podem contribuir para mobilização de secreções, melhora da ventilação pulmonar e prevenção de complicações. A fisioterapia motora também foi intensificada para reduzir perda de força e limitações associadas à permanência em UTI.

Sem previsão de alta da UTI

Até a divulgação do boletim deste domingo (15), não foi indicada data para saída da UTI ou alta hospitalar. A condução do caso segue baseada no monitoramento clínico e laboratorial, com ajustes terapêuticos conforme a evolução dos sinais vitais, exames e resposta ao tratamento.

O hospital não divulgou detalhes adicionais sobre mudanças em suporte ventilatório além do uso de oxigênio nasal na admissão, nem informou cronograma para novos exames. A orientação da equipe é de acompanhamento intensivo enquanto persistirem sinais de infecção e necessidade de cuidados críticos.

Fonte: Boletim do hospital DF Star e informações do atendimento relatadas pela Folhapress (Laura Scofield).

Fonte: UrbNews



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