Bastidores do Lolla
Por Admin
21 de março de 2026 às 22:27
O jogador Jorginho, do Flamengo, afirmou nas redes sociais que a esposa, Catherine, e a filha do casal, Ada, de 11 anos, passaram por uma situação constrangedora em um hotel em São Paulo. Segundo ele, um segurança que integrava a equipe da cantora norte-americana Chappell Roan teria abordado mãe e filha de forma “extremamente agressiva” durante o café da manhã.
De acordo com o relato, Ada é fã da artista e viajou com a mãe para a capital paulista com o objetivo de assistir ao show no Festival Lollapalooza. Por coincidência, elas teriam ficado hospedadas no mesmo hotel da cantora.
Na versão apresentada por Jorginho, a cantora passou perto da mesa onde Catherine e Ada estavam. Ao reconhecer a artista, a menina teria se levantado e caminhado até próximo da mesa para confirmar se era, de fato, Chappell Roan.
O jogador sustenta que a filha não teria falado com a cantora, não pediu foto, autógrafo ou qualquer interação. Ainda segundo ele, Ada apenas olhou, sorriu e retornou ao lugar onde estava com a mãe.
Minutos depois, conforme o depoimento, o segurança teria ido até a mesa da família e chamado a atenção de Catherine, afirmando que ela não deveria permitir que a filha “desrespeitasse” ou “assediasse” outras pessoas. Jorginho também disse que o funcionário mencionou a possibilidade de registrar uma reclamação junto ao hotel.
Jorginho relatou que a reação do segurança teria assustado Ada, que começou a chorar. Ele destacou que convive com exposição pública e que entende a necessidade de limites no contato com fãs, mas argumentou que, nesse caso, a atitude da criança não teria ultrapassado nenhuma linha.
No desabafo, o atleta lamentou o que classificou como um tratamento desproporcional, principalmente por envolver uma menor de idade. Para ele, o episódio serve de alerta sobre como abordagens ríspidas podem impactar fãs — em especial crianças — em ambientes comuns, como um hotel.
Chappell Roan está em São Paulo para se apresentar no Lollapalooza. O show da cantora está programado para este sábado (21), em um dos palcos do festival, que reúne atrações internacionais e nacionais e costuma atrair grande público.
Nos últimos tempos, a artista já comentou publicamente que prefere estabelecer limites mais definidos na relação com fãs, buscando preservar momentos de privacidade fora dos palcos. O relato do jogador, contudo, não atribui diretamente a situação à cantora, e sim a um membro de sua equipe de segurança.
O caso narrado por Jorginho reacende a discussão sobre como deve ser a atuação de equipes de segurança em locais compartilhados por hóspedes, como hotéis. Profissionais desse tipo normalmente são responsáveis por evitar assédio, tumultos e aproximações invasivas, sobretudo quando artistas estão em deslocamento.
Ao mesmo tempo, o episódio descrito levanta a questão sobre a forma de abordagem em situações que não envolvem perseguição, pedido insistente ou tentativa de contato direto. No relato, o ponto central é o tom utilizado e a interpretação de que a menina teria cometido uma falta.
Jorginho concluiu dizendo esperar que a situação gere reflexão e reforçou a ideia de que ninguém deveria passar por esse tipo de constrangimento — principalmente uma criança.
Fonte: UrbNews
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