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Vacina tríplice viral em Maceió: quem deve tomar e onde encontrar

Em Maceió, no ano passado a cobertura vacinal registrou 87,84% de imunização, na primeira dose da Tríplice viral e 69,50% na segunda

Por Admin

10 de abril de 2026 às 14:11


Vacina tríplice viral em Maceió: quem deve tomar e onde encontrar

A vacina tríplice viral, que oferece proteção contra sarampo, caxumba e rubéola, faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e pode ser aplicada gratuitamente nas Unidades de Saúde de Maceió pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é manter a caderneta em dia para reduzir o risco de circulação dessas doenças, especialmente do sarampo, conhecido pela alta capacidade de transmissão.

O imunizante é indicado desde a infância e pode ser necessário também na adolescência e na vida adulta, dependendo do histórico vacinal de cada pessoa. Em Maceió, a Secretaria Municipal de Saúde tem reforçado ações de informação e educação em saúde para ampliar a adesão ao esquema completo.

Por que a tríplice viral é considerada essencial

Entre as doenças prevenidas, o sarampo é o principal motivo de alerta. Trata-se de uma infecção contagiosa, que se espalha rapidamente em ambientes com pessoas não imunizadas. Antes da ampla vacinação, o sarampo esteve entre as causas importantes de aumento da mortalidade infantil.

Outro ponto de atenção é que os sinais clínicos podem se confundir com os de outras viroses, o que dificulta o reconhecimento imediato. Por isso, a prevenção por vacinação é apontada como a forma mais eficaz de evitar casos e surtos.

Esquema vacinal na infância: doses aos 12 e 15 meses

Segundo Jéssica Soares, enfermeira do Programa de Imunização de Maceió, o esquema infantil prevê duas aplicações. A primeira dose deve ser administrada aos 12 meses de idade. A segunda é recomendada aos 15 meses, completando o ciclo previsto para a criança.

A recomendação reforça a importância de não interromper o calendário após a primeira aplicação. A segunda dose é parte do esquema e contribui para elevar a proteção coletiva.

Adolescentes e adultos: recomendação varia conforme a idade

Para quem não recebeu a vacina no momento adequado, a orientação é procurar uma unidade de saúde e atualizar o esquema de acordo com a faixa etária.

Conforme explica Jéssica Soares, pessoas com até 29 anos devem receber duas doses da tríplice viral. Já para o grupo entre 30 e 59 anos, a recomendação é de dose única.

A avaliação do cartão de vacinação é importante para identificar se há registro de doses anteriores e evitar dúvidas sobre a necessidade de completar o esquema.

Profissionais de saúde precisam comprovar duas doses

O programa de imunização chama atenção, ainda, para a situação de quem atua na área da saúde. Por estarem mais expostos a ambientes com circulação de vírus e a contato frequente com pacientes, esses profissionais devem ter atenção redobrada ao histórico vacinal.

Nesse caso, é exigida a comprovação de duas doses da vacina tríplice viral, independentemente da idade. A medida busca reduzir a chance de transmissão em serviços de saúde e proteger trabalhadores e usuários.

E os idosos? Vacina de rotina vai até os 59 anos

De acordo com a orientação informada pelo programa municipal, a tríplice viral não integra o calendário de rotina para idosos. A indicação de rotina se mantém até os 59 anos.

Em situações específicas, a orientação deve ser individualizada e feita por profissionais da rede, com base em histórico vacinal e avaliação clínica.

Onde tomar a tríplice viral em Maceió pelo SUS

A aplicação está disponível nas Unidades de Saúde de Maceió. Para se vacinar, a recomendação é buscar a unidade mais próxima e levar documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação, que facilita a conferência do que já foi aplicado.

A vacina integra as estratégias de prevenção de doenças infecciosas, sendo disponibilizada gratuitamente à população dentro do calendário e das orientações vigentes.

Dados de cobertura: avanço em 2026 em comparação ao ano anterior

Os números mais recentes indicam melhora na adesão em Maceió. No ano passado, a cobertura da primeira dose da tríplice viral ficou em 87,84%. Já a segunda dose registrou 69,50%.

Em 2026, até o momento, a primeira dose alcançou 95,35% de cobertura. A segunda dose chegou a 79,76%, indicando crescimento também na conclusão do esquema vacinal.

O aumento é atribuído a iniciativas de conscientização e atividades de educação em saúde, com reforço sobre a necessidade de manter a caderneta atualizada e compreender a vacinação como medida preventiva de alta efetividade.

Informações: Cada Minuto.

Fonte: UrbNews



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